Associação Portuguesa de Geógrafos

Associação Portuguesa de Geógrafos Muito do que pode interessar a geógrafos

Entrevista Newsletter | Rafael Fernandes - Consultor SIG"Seria inevitável não falar do conflito atual entre os EUA e o I...
08/09/2026

Entrevista Newsletter | Rafael Fernandes - Consultor SIG

"Seria inevitável não falar do conflito atual entre os EUA e o Irão. No Irão temos um caso exemplar de como a geografia influencia a política e define conflitos. As características orográficas do território tornam muito difícil aos EUA vencer uma guerra naquele contexto, ao mesmo tempo que se torna evidente como o fecho do estreito de Ormuz desencadearia uma crise económica global. Ora, tudo isto é geografia, e ignorar essa componente é — e sempre foi — um erro estratégico. Diria que não há forma mais clara de explicar a importância da geografia do que mostrar como o fechar de um estreito, a milhares de quilómetros de distância, pode ter impacto direto no bolso do cidadão comum em Portugal."

https://apgeo.pt/123-rafael-fernandes

Uma semana "longe" não deveria ser um luxo. No entanto, em toda a UE, muitos não podiam se dar ao luxo de tirar uma sema...
07/09/2026

Uma semana "longe" não deveria ser um luxo.

No entanto, em toda a UE, muitos não podiam se dar ao luxo de tirar uma semana de férias longe de casa em 2025.

Férias são mais do que tempo de lazer. É uma oportunidade para descansar, passar tempo com entes queridos e apoiar o bem-estar físico e mental.

Os números destacam desigualdades persistentes em toda a Europa e nos lembram que combater a pobreza e a exclusão social continua sendo um desafio fundamental. Por meio do nosso trabalho, sempre pedimos por:

🔹 padrões vinculativos sobre renda adequada em toda a UE;
🔹 garantir condições de vida dignas para todos;
🔹 acesso universal a serviços sociais e essenciais acessíveis e de qualidade;
🔹 Enfrentando desigualdades por meio de políticas inclusivas.

Nosso trabalho: link.europa.eu/dJ94g9

🔍 Fonte: Incapacidade de pagar uma semana de férias anuais longe de casa, 2025, Eurostat.

O Encontro anual da AD URBEM 2026 realiza-se no dia 27 de novembro, em Oeiras, este ano dedicado ao tema “Riscos à marge...
07/09/2026

O Encontro anual da AD URBEM 2026 realiza-se no dia 27 de novembro, em Oeiras, este ano dedicado ao tema “Riscos à margem do ordenamento do território: que barreiras à integração?”.

http://www.adurbem.pt/content/view/355/338/

XXI Encontro de Geografias da América Latina e o Caribe (XXI EGALC 2027)
06/09/2026

XXI Encontro de Geografias da América Latina e o Caribe (XXI EGALC 2027)

🇵🇹🇪🇺 O programa da 16.ª Conferência Anual do IGOT já se encontra disponível!📅 17 e 18 de setembro de 2026📍 Auditório Orl...
06/09/2026

🇵🇹🇪🇺 O programa da 16.ª Conferência Anual do IGOT já se encontra disponível!
📅 17 e 18 de setembro de 2026
📍 Auditório Orlando Ribeiro | IGOT – Universidade de Lisboa
Nos dias 17 e 18 de setembro, o IGOT assinala os 40 anos de Portugal na União Europeia com dois dias de reflexão e debate sobre as transformações que marcaram o país e os desafios que se colocam ao seu futuro no contexto europeu.
Sob o tema “40 Anos de Portugal na União Europeia: Transformações, Desafios e Futuro”, a conferência reunirá especialistas e investigadores para discutir questões fundamentais para o território e para a sociedade portuguesa, da sustentabilidade e inclusão social ao desenvolvimento regional, planeamento, infraestruturas e tecnologia.
👉 Consulte o programa e todas as informações:
https://tinyl.co/4vud

Hélder Lopes publica, em coautoria com Virgínia Teles, capítulo sobre jogos sérios e ensino da sustentabilidade📅 2026 | ...
05/09/2026

Hélder Lopes publica, em coautoria com Virgínia Teles, capítulo sobre jogos sérios e ensino da sustentabilidade
📅 2026 | “Serious Games as Pedagogical Practice(s) for Teaching Sustainability” | Springer
➡ + info: https://tinyurl.com/yc29fbsf
📃 O capítulo apresenta a aplicação da metodologia TIP - Território, Intervenção e Proposta -, desenvolvida e testada, desde 2022, em diferentes unidades curriculares das licenciaturas em Geografia e Planeamento e em Proteção Civil e Gestão do Território, da Universidade do Minho.
A experiência analisada foi realizada no ano letivo de 2023/2024, no âmbito da unidade curricular de Mudanças Climáticas e Proteção Civil. O projeto desafiou os estudantes a analisar o território, a identificar vulnerabilidades associadas ao calor extremo e a transformar o conhecimento produzido em propostas de intervenção e comunicação dirigidas às comunidades.
🔎 A análise territorial dos municípios de Felgueiras e de Vila Nova de Famalicão foi articulada com a criação de jogos sérios destinados a comunicar os riscos climáticos e a promover a reflexão sobre possíveis medidas de adaptação. Concebidos, testados e apresentados pelos próprios estudantes, os jogos procuraram aproximar o trabalho académico das instituições públicas e das comunidades locais, demonstrando o potencial das metodologias ativas e participativas para o ensino da sustentabilidade e da adaptação às alterações climáticas.

🌍 O MAPA MÚNDI VAI MUDAR? A GEOGRAFIA EM DEBATE NA ONUO debate sobre a forma como vemos o mundo está de regresso à agend...
04/09/2026

🌍 O MAPA MÚNDI VAI MUDAR? A GEOGRAFIA EM DEBATE NA ONU

O debate sobre a forma como vemos o mundo está de regresso à agenda internacional. O Togo, com o apoio em bloco dos países africanos, apresentou uma proposta oficial na ONU para redefinir o mapa-múndi padrão utilizado nas escolas, meios de comunicação e organismos internacionais.

🎯 Qual é o objetivo?Garantir que a cartografia global seja mais fiel ao tamanho real dos países.

🗺️ O problema da Projeção de MercatorO mapa-múndi mais utilizado no mundo (desenhado no século XVI) distorce severamente as proporções à medida que nos aproximamos dos polos.

Como resultado:
África surge muito menor do que é na verdade.O continente africano é, na realidade, três vezes maior que a América do Norte e três vezes maior que a Europa, embora o mapa tradicional não o aparente.

A proposta defende que a cartografia não é neutra e que uma representação proporcional é fundamental para a justiça histórica, a educação e a perceção geopolítica global.

O que pensa desta iniciativa? Acredita que a transição para projeções alternativas (como a de Gall-Peters ou a de Robinson) já peca por tardia nas salas de aula?

https://observador.pt/2026/09/04/onu-vota-proposta-para-alterar-mapa-do-mundo-e-representar-africa-no-seu-tamanho-real/?utm_term=Autofeed&utm_medium=Social&utm_source=Facebook&fbclid=IwY2xjawUH8o5wZG9mBWV4dG4DYWVtAjExAHNydGMGYXBwX2lkDDM1MDY4NTUzMTcyOAABHkLdNV_W9RVhI5IIU8bd6I1sCljpDqxwOWEP2RfJ02kOHpMIEl5GKysTLL_i_aem_FFg2j33DvE2mDfa56DOmlQ =1788543025

GeoflashA responsabilidade dos lugares | Hélder Santos (Faculdade de Letras da Universidade do Porto)O território não no...
04/09/2026

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A responsabilidade dos lugares | Hélder Santos (Faculdade de Letras da Universidade do Porto)

O território não nos pertence. Somos nós que, silenciosamente, passamos a pertencer-lhe. Habitamos lugares antes mesmo de aprendermos a nomeá-los. Crescemos dentro das suas distâncias, das suas fronteiras invisíveis, das suas ligações, das oportunidades que nos oferecem e das limitações que nos impõem. Cada território molda a nossa experiência do mundo, muito antes de se tornar objeto de conhecimento. Talvez seja essa a tarefa mais profunda da Geografia, tornar consciente essa pertença ao território. Dar forma inteligível às relações que ligam tempos, escalas, comunidades e paisagens. Revelar que aquilo que parece natural é, quase sempre, o resultado de escolhas, conflitos e possibilidades que se foram inscrevendo no espaço. Mas compreender é apenas o início. O pensamento geográfico oferece-nos os instrumentos para interpretar o território. A cultura territorial nasce quando essa interpretação se transforma numa compreensão crítica dos lugares e das suas dinâmicas. E a cidadania territorial começa quando esse conhecimento deixa de ser contemplação, para se tornar compromisso. Isto é, a capacidade de imaginar alternativas, de fundamentar escolhas e de participar, de forma informada, na construção dos futuros desejados. Ao longo do meu percurso, entre a investigação, o ordenamento do território, a educação geográfica e a formação de professores, fui percebendo que o conhecimento geográfico só cumpre plenamente a sua função quando se torna socialmente coconstruído e partilhado. Porque o território não muda apenas pelas decisões que sobre ele tomamos. Muda antes disso. Muda pela forma como aprendemos a compreendê-lo.

https://apgeo.pt/responsabilidade-dos-lugares-helder-santos

GeoflashA geografia e a climatologia como “pontes” entre o tempo, a divulgação científica e o público em geral | Alfredo...
03/09/2026

Geoflash
A geografia e a climatologia como “pontes” entre o tempo, a divulgação científica e o público em geral | Alfredo Graça (Geógrafo e Editor-chefe da Meteored Portugal, Faculdade de Letras da Universidade do Porto)

Entre as várias tarefas que desempenho enquanto editor-chefe da Meteored Portugal estão a redação, edição, revisão e publicação de artigos de previsão meteorológica, mais conhecidas, simplesmente, como previsões do tempo. O meu trabalho diário de produção de previsão meteorológica, porém, vai muito além de uma mera descrição dos valores previstos de temperatura máxima e/ou mínima, velocidade das rajadas de vento e milímetros de precipitação. A explicação científica da origem dos fenómenos atmosféricos que provocam temperaturas elevadas e ondas de calor, "comboios de tempestades" ou as já conhecidas gotas frias, entre muitos outros, é o que traz verdadeiramente um valor acrescentado no campo da divulgação científica em geral, e meteorológica, climatológica e geográfica em particular, por parte da nossa plataforma, que conta com a participação e conhecimento especializado de diversos profissionais das Ciências da Terra e da Atmosfera, entre os quais os geógrafos. A existência de plataformas de comunicação científica e de divulgação de conhecimentos relativos ao clima, ambiente e alterações climáticas como a Meteored, uma das mais prestigiantes entre todo o mundo, dão voz à importância dos geógrafos na sociedade e realçam o contributo que estes profissionais podem ter para um mundo melhor. No que toca ao panorama mediático per se, uma grande percentagem de tráfego provém do Google Discover. Um dos inerentes desafios que isto implica para a criação de conteúdo de grande qualidade passa pela capacidade de captarmos de forma apelativa a atenção dos utilizadores, tanto daqueles que connosco se deparam pelo Google Discover, como dos que recorrem ao nosso website da Meteored Portugal e respetiva app (O Tempo para 14 Dias). Outro dos principais focos do meu trabalho consiste também em conciliar a ciência com as últimas tendências em comunicação, respeitando sempre o rigor científico.

https://apgeo.pt/geografia-e-climatologia-como-pontes-entre-o-tempo-divulgacao-cientifica-e-o-publico-em-geral

Agora Investigo Eu!A infância e a mobilidade social e territorial, na Vila de Rabo de Peixe, entre 2000 e 2025 | Leonard...
02/09/2026

Agora Investigo Eu!
A infância e a mobilidade social e territorial, na Vila de Rabo de Peixe, entre 2000 e 2025 | Leonardo Ferreira da Silva (Mestrado em Geografia, Especialização em Sistemas de Informação Geográfica)

A minha dissertação pretende compreender, através da análise de indicadores associados às condições vividas durante a infância, de que modo essas experiências contribuem para explicar as atuais trajetórias de mobilidade social e territorial dos adultos que cresceram na vila de Rabo de Peixe, na ilha de São Miguel. A investigação enquadra-se no domínio da Geografia Social, procurando articular as características deste território com os percursos individuais e sociais da população objeto de estudo Marcada por desigualdades estruturais e por diferentes formas de vulnerabilidade social, Rabo de Peixe constitui um território relevante para analisar a influência do contexto familiar, social e geográfico nas oportunidades, escolhas e percursos de vida. Neste sentido, o estudo procura identificar continuidades e ruturas entre as condições vividas durante a infância e a situação atual dos indivíduos enquanto adultos, considerando ainda os efeitos da insularidade, das estruturas económicas locais, do acesso a oportunidades e dos constrangimentos associados. A investigação assenta na análise Qual-Quant com recurso a diversas fontes de dados primárias e secundárias. Para além da sua relevância teórica, poderá ter uma utilidade social significativa, ao contribuir com informação que possa apoiar a formulação de políticas públicas mais eficazes e a implementação de estratégias que valorizem e potenciem a permanência de ativos nos territórios insulares.

https://apgeo.pt/infancia-e-mobilidade-social-e-territorial-na-vila-de-rabo-de-peixe-entre-2000-e-2025-leonardo

Endereço

Instituto De Ciências Sociais, Avenida Professor Aníbal Bettencourt, N. º 9
Lisbon
1600-189LISBOA

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