03/06/2026
Ontem [1 de junho] foi um dia marcante para o Porto, para o Tâmega e Sousa, para o Norte e para Portugal. Mais do que assinalar um momento na história do Politécnico do Porto, simbolizou a concretização de uma ambição coletiva construída por homens e mulheres que colocam o interesse da comunidade no centro da sua ação.
A presença do senhor primeiro-ministro e do senhor ministro da Educação, Ciência e Inovação, para assinalar a decisão governativa de criar a Universidade Técnica do Porto, representa muito mais do que uma alteração institucional. Constitui um sinal claro de confiança no Ensino Superior como instrumento estratégico para o desenvolvimento do país. Há várias décadas que Portugal não assistia a uma transformação com este alcance e significado.
Esta conquista resulta de uma visão partilhada entre a instituição, o Governo e os diversos parceiros regionais, assente na convicção de que o conhecimento, a ciência e a inovação são os principais motores do desenvolvimento económico e social. A Universidade Técnica do Porto nasce com uma missão clara: qualificar mais pessoas, reforçar a investigação e a inovação, responder aos desafios das empresas e aumentar a projeção internacional da região.
Mas este não foi um caminho solitário. Foi construído com o contributo das autarquias, destacando, desde logo, as que integram a Área Metropolitana do Porto e a CIM do Tâmega e Sousa, das entidades regionais, das empresas, das organizações da sociedade civil e, ainda, da nossa comunidade académica.
Há momentos em que as instituições se adaptam às circunstâncias. E há momentos em que ajudam a transformar a realidade. O que aconteceu ontem [1 de junho] no Porto foi precisamente isso: a afirmação de uma vontade coletiva de criar mais oportunidades, gerar mais conhecimento, construir um futuro melhor para as próximas gerações, mudar destinos, mudar vidas.
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Artigo de opinião de Paulo Pereira, Presidente do Politécnico do Porto, no JN do dia 2 de junho. Leia, na íntegra, em linktr.ee/pporto