Arrojal - Rede de Arrojamentos de Cetáceos e Tartarugas Marinhas - Alentejo

Arrojal - Rede de Arrojamentos de Cetáceos e Tartarugas Marinhas - Alentejo O projeto “Apoio à Rede Nacional de Arrojamentos ‒ Rede Regional do Alentejo (ARROJAL)” tem como objetiv

🇵🇹Em Portugal podem ser avistadas cinco das sete espécies de tartarugas-marinhas atualmente conhecidas. Destas cinco são...
03/09/2026

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Em Portugal podem ser avistadas cinco das sete espécies de tartarugas-marinhas atualmente conhecidas. Destas cinco são avistadas com relativa frequência a tartaruga-comum (𝐶𝑎𝑟𝑒𝑡𝑡𝑎 𝑐𝑎𝑟𝑒𝑡𝑡𝑎) e a tartaruga-de-couro (𝐷𝑒𝑟𝑚𝑜𝑐ℎ𝑒𝑙𝑦𝑠 𝑐𝑜𝑟𝑖𝑎𝑐𝑒𝑎). Apesar do elevado número de espécies que é possível observar em águas portuguesas, não existem registos de nidificação em território nacional. A maioria dos exemplares avistados são juvenis que passam ao largo da nossa costa durante a sua fase pelágica, em grandes movimentos migratórios ao longo de todo o Atlântico norte. Caso aviste uma tartaruga-marinha na praia ou orla do mar, dê o alerta.

🇵🇹A Tartaruga-de-couro (𝘿𝙚𝙧𝙢𝙤𝙘𝙝𝙚𝙡𝙮𝙨 𝙘𝙤𝙧𝙞𝙖𝙘𝙚𝙖) é uma das sete espécies de tartarugas marinhas que estão descritas mundial...
20/08/2026

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A Tartaruga-de-couro (𝘿𝙚𝙧𝙢𝙤𝙘𝙝𝙚𝙡𝙮𝙨 𝙘𝙤𝙧𝙞𝙖𝙘𝙚𝙖) é uma das sete espécies de tartarugas marinhas que estão descritas mundialmente. Pode atingir cerca de 1,90 metros de comprimento e pesar até 900 quilogramas, sendo considerada a maior espécie que existe atualmente. Desde 2021, seis indivíduos desta espécie arrojaram na costa alentejana.

🇵🇹Durante as últimas semanas, no âmbito do programa de voluntariado “Investigação em biologia marinha | Participação em ...
06/08/2026

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Durante as últimas semanas, no âmbito do programa de voluntariado “Investigação em biologia marinha | Participação em projetos de investigação do Laboratório de Ciências do Mar” da Universidade de Évora () recebemos algumas alunas da licenciatura em Biologia da mesma universidade.
Durante este período, as voluntárias tiveram a oportunidade de acompanhar a equipa do projeto ARROJAL em diversas atividades, como a resposta a arrojamentos, realização de necropsias, preparação de amostras para o Banco Nacional de Tecidos de Animais Marinhos e a realização de observações de cetáceos. Obrigado por todo o entusiasmo, auxílio e pelos momentos de transferência de conhecimento!

🇵🇹Durante esta semana a equipa do projeto ARROJAL visitou o Colégio Nossa Senhora da Graça em Vila Nova de Milfontes, pa...
23/07/2026

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Durante esta semana a equipa do projeto ARROJAL visitou o Colégio Nossa Senhora da Graça em Vila Nova de Milfontes, para realizar a apresentação “Mamíferos e Répteis marinhos - O que são e por que dão à costa?”. Gostaríamos de agradecer pelo convite e pelo entusiasmo com que participaram nestas atividades!

🇵🇹O Boto (𝘗𝘩𝘰𝘤𝘰𝘦𝘯𝘢 𝘱𝘩𝘰𝘤𝘰𝘦𝘯𝘢) é uma das espécies de cetáceos com dentes (odontocete) de menor dimensão que existem. Pode ...
09/07/2026

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O Boto (𝘗𝘩𝘰𝘤𝘰𝘦𝘯𝘢 𝘱𝘩𝘰𝘤𝘰𝘦𝘯𝘢) é uma das espécies de cetáceos com dentes (odontocete) de menor dimensão que existem. Pode atingir cerca de 1,90 metros de comprimento e pesar até 65 quilogramas. Em Portugal Continental, esta espécie apresenta um estatuto de conservação de Criticamente em Perigo. Desde 2021, 20 indivíduos desta espécie arrojaram na costa alentejana.

🇵🇹Se encontrar um animal arrojado (baleia, golfinho, tartaruga-marinha):1. Dê o alerta:Poderá contactar o número naciona...
25/06/2026

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Se encontrar um animal arrojado (baleia, golfinho, tartaruga-marinha):
1. Dê o alerta:
Poderá contactar o número nacional da Rede de Apoio a Mamíferos Marinhos (+351 968 849 101) ou uma das diversas redes regionais: Rede de arrojamentos do Norte (Caminha a Peniche): +351 919 618 705; RALVT (Lourinhã a Setúbal): +351 911 111 241; ARROJAL (T***a a Odeceixe): +351 932 004 615; RAAlg (Odeceixe a Vila Real de Santo António): +351 968 688 233.
Este contacto irá permitir alertar equipas qualificadas que procederão à recolha de dados e registo do arrojamento.
2. Descreva a situação:
A informação fornecida deverá ser o mais detalhada possível, pois permitirá à equipa ter uma ideia da situação, identificar a espécie e os meios necessários para a resposta. Se possível forneça as coordenadas geográficas da localização e fotografias do arrojamento.
3. Siga as recomendações:
Siga as instruções dadas, mantenha a calma e evite o contacto com o animal. Tenha sempre presente que para sua segurança a manipulação destes animais deverá apenas ser realizada por equipas qualificadas.

🇵🇹No passado dia 29 de maio, o Hospital Veterinário da Universidade de Évora recebeu, uma vez mais, a equipa do projeto ...
11/06/2026

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No passado dia 29 de maio, o Hospital Veterinário da Universidade de Évora recebeu, uma vez mais, a equipa do projeto ARROJAL para uma aula aberta dedicada à necropsia de um golfinho-riscado (𝙎𝙩𝙚𝙣𝙚𝙡𝙡𝙖 𝙘𝙤𝙚𝙧𝙪𝙡𝙚𝙤𝙖𝙡𝙗𝙖), um animal recém-nascido que arrojou morto na costa alentejana durante o presente ano.
Durante a tarde, cerca de 40 alunos dos cursos de Medicina Veterinária, Biologia e Estudos do Mar e docentes e técnicos da Universidade de Évora tiveram a oportunidade de acompanhar o procedimento de necropsia e aprofundar os seus conhecimentos sobre a biologia e a ecologia dos mamíferos marinhos, as principais causas de mortalidade destas espécies e o papel fundamental das redes de arrojamentos na sua conservação.

🇵🇹No passado dia 22 de maio o CIEMAR - Laboratório de Ciências do Mar da Universidade de Évora, foi visitado por alunos ...
28/05/2026

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No passado dia 22 de maio o CIEMAR - Laboratório de Ciências do Mar da Universidade de Évora, foi visitado por alunos do pré-escolar da EB/ JI N.º 1 de Sines. Neste contexto, a equipa do projeto ARROJAL promoveu a atividade “Mamíferos e Répteis marinhos - O que são e por que dão à costa?”. Gostaríamos de agradecer a todos pela visita e pelo entusiasmo com que participaram nesta atividade!

Durante o dia de hoje estivemos presentes na 4.ª edição do Festival das Florestas Marinhas com a atividade “Mamíferos e ...
14/05/2026

Durante o dia de hoje estivemos presentes na 4.ª edição do Festival das Florestas Marinhas com a atividade “Mamíferos e Répteis Marinhos - O que são e por que dão à costa?”. O Festival das Florestas Marinhas, realiza-se em Vila Nova de Milfontes até 22 de maio de 2026 e conta com diversas atividades de dimensão científica, educativa e cultural focadas na conservação marinha.
Para mais informações: www.cm-odemira.pt/p/florestasmarinhas

30/04/2026

A monitorização de cetáceos apresenta diversos desafios, contudo o desenvolvimento e utilização de novas tecnologias, como os veículos aéreos não tripulados (drones) têm permitido recolher informações de forma mais expedita e potencialmente menos invasiva. Os drones permitem captar imagens aéreas a baixa altitude, podendo recolher dados não apenas sobre o comportamento dos cetáceos, mas também sobre o seu estado de saúde. Estes equipamentos podem ser equipados com diversos sensores e acessórios. Por exemplo, é possível detectar cetáceos através da sua assinatura térmica, recolher amostras biológicas dos exalados, ou até mesmo transportar e colocar hidrofones nas imediações de grupos de cetáceos. A equipa do projeto ARROJAL tem colaborado na avaliação da condição corporal de golfinhos-roazes (𝑇𝑢𝑟𝑠𝑖𝑜𝑝𝑠 𝑡𝑟𝑢𝑛𝑐𝑎𝑡𝑢𝑠) residentes no estuário do Sado com recurso a imagens obtidas por drone.

Endereço

Laboratório De Ciências Do Mar
Sines
7520-201

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